segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Desejo

Jovem Amor, ainda criança
A chave de tudo é a confiança...
Sem Medo, sem Temor
Talvez timidez, Com certeza Amor.

Tudo a buscar, nada a perder,
Nada a perder? Esperança...
E esse meu sonho de criança
Meu sangue volta a ferver!

Ridículo mas não é um horror
Meu poema, não passa por Flor,
Flor da carne macia, a meu ver

Não Seja minha, meu Amor
Mas que eu seja seu, amanhecer
Seja minha, apenas em seu querer.
Linda flor, que tenta me esquecer...


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2 comentários:

  1. anem Eduardo esse poema ficou Gay!!!ushush, ficou com o ritmo muito marcado, muita rima! e o último verso nem vou comentar tah!!! adoruhhhhhhhh vc!

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