quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Os anjos devem servir


Temos anjos nessa terra morta
Tentando se salvar desse poço
Desse poço que é a terra bem torta
Terra tão morta que não tem nem osso.

Túmulo de demônios sem horda
Conseguindo impedir os moços
Impedi-los de saírem ilesos
Surrados e tristes, esses anjos.

Demônios pregando dez desejos
Todos os desejos contra arcanjos
Matando a terra em um só lampejo.

Gula, luxúria, inveja e outro avanço
Preguiça, orgulho e mais um lampejo
Jaz, nesse último ensejo, outro desejo.

Primero poema da carreira, comentem.

4 comentários:

  1. OoOps! olha eu aki p comentar... poema meio gótico, lembra o período ultra-romantico, gostei do 10º verso...
    adoruh vc @Zeus!

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  2. mtoooo massa essa!!! sem palavras... gostei dmais ^^

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  3. Esse foi de arrepiar.
    Duzão: o último ultra romântico?
    Talento tem de sobra.
    Adicionei vc na minha humilde página.
    =*

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