quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mel de Dinossauro



um tempo de incerteza...
incerteza do tempo,
conhecemos dinossauros
dinossauros passaram...

passaram na prova,
na prova de gramática,
gramática analítica...
análise da psiquê.

dinossauro eterno,
incerteza eterna,
gramática eterna,

se é pra ser direto
que digamos logo
dinossauros existem!!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Infância

lembranças de Infância
integram meu compor...
na mais rasa superfície,
conforta minha Pele.

Sonhos afagam meu Leito,
Relembrados, atravessam meus dias...
o Olhar agradece com o brilhar
ah, Empolgaçao!

lábios carnudos,
olhos brilhantes,
Calmaria sem tempestade,
júbilo infinito!

Meu escudo se fortifica,
meu espirito se eleva,
O futuro nos aguarda...

Desculpem o atraso tava sem inspiraçao... mas é pra isso que os amigos servem, inspirado em poema de uma grande amiga.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Cicratiz Escarlate

da verde pureza no olhar
à marcante Presença Escarlate
que vislumbre afloraria?
e a sensaçao? Imagine!

Calor, Sangue, Frio
incontrolável Presença Escarlate
invisível, veja!
O vermelho cintilante...

borra a alma do ser e do estar.
ó imponente, Presença Escarlate
domina o branco, puro branco...

O céu de flores se forma,
sensual! vermelho escarlate.
venha! Conquiste-os! Olhos Verdejantes

poema de segunda feira, atrasado por causa do feriadaaum =D poetas tambem descansam.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Donzela

Puro metal correndo nas veias.
Sonhos em preto e branco, Música!
com cores invisíveis
visíveis? Irmãos de sangue.

nada de Bravo novo mundo,
infinitas, complexas, teias
amor? Desperdiçado. Música!
ao canto dos mortos, Dance!

somos crianças Malditas
crianças da Lua, crianças da Ira!
procurando refúgio no escuro.

liberdade! o signo da Cruz!
dancemos à luz do sol
correndo Livre, pulsando Metal


Poema especial do mês, curtam, mas curtam como se deve curtir Metal!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Infinito Fim


Que faço eu, nesse nada infinito?
Nessa velhice acabada?
Estarei eu do tempo esquecido?
Seria a morte, esta patada em meus lençóis?

Apenas lamento...
Como se o tempo...
Para mim fosse lento...
Mas, esta patada que me dói...

Não sinto o infinito,
Em minha amada,
Mas, sinto uma patada que me mói,

Será esse vosso lamento?
Camaradas do meu fim...
Insistente patada, chegaste a seu fim.

Ultimo poema do mes, to pensando em adcionar um poema extra ainda essa semana alguem a favor?

de todo modo, curtam e comentem.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Arco-Íris

Alucinar, que nostalgia Ofegante.
perdido no tempo, Esquecido da mente...
nem a tartaruga Lembra!
sua astúcia admira o descrente,

astúcia Esquecida da mente,
na íris realçada!
mas na tartaruga colorida...
insisto, mas na tartaruga indefinida...

é droga ou terror? acuda!
qual escolher? vício ou medo?
tartaruga de várias risadas...

é riso e soluço
que vira arroto.
sete cores, uma pra cada...

arrotante, risante, soluçante,
ofegante, alucinante, lembrante
e, por que não, tartaruga? esquecida...

uma estrofe a mais alem do normal, espero que gostem e comentem.