quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Donzela

Puro metal correndo nas veias.
Sonhos em preto e branco, Música!
com cores invisíveis
visíveis? Irmãos de sangue.

nada de Bravo novo mundo,
infinitas, complexas, teias
amor? Desperdiçado. Música!
ao canto dos mortos, Dance!

somos crianças Malditas
crianças da Lua, crianças da Ira!
procurando refúgio no escuro.

liberdade! o signo da Cruz!
dancemos à luz do sol
correndo Livre, pulsando Metal


Poema especial do mês, curtam, mas curtam como se deve curtir Metal!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Infinito Fim


Que faço eu, nesse nada infinito?
Nessa velhice acabada?
Estarei eu do tempo esquecido?
Seria a morte, esta patada em meus lençóis?

Apenas lamento...
Como se o tempo...
Para mim fosse lento...
Mas, esta patada que me dói...

Não sinto o infinito,
Em minha amada,
Mas, sinto uma patada que me mói,

Será esse vosso lamento?
Camaradas do meu fim...
Insistente patada, chegaste a seu fim.

Ultimo poema do mes, to pensando em adcionar um poema extra ainda essa semana alguem a favor?

de todo modo, curtam e comentem.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Arco-Íris

Alucinar, que nostalgia Ofegante.
perdido no tempo, Esquecido da mente...
nem a tartaruga Lembra!
sua astúcia admira o descrente,

astúcia Esquecida da mente,
na íris realçada!
mas na tartaruga colorida...
insisto, mas na tartaruga indefinida...

é droga ou terror? acuda!
qual escolher? vício ou medo?
tartaruga de várias risadas...

é riso e soluço
que vira arroto.
sete cores, uma pra cada...

arrotante, risante, soluçante,
ofegante, alucinante, lembrante
e, por que não, tartaruga? esquecida...

uma estrofe a mais alem do normal, espero que gostem e comentem.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Os anjos devem servir


Temos anjos nessa terra morta
Tentando se salvar desse poço
Desse poço que é a terra bem torta
Terra tão morta que não tem nem osso.

Túmulo de demônios sem horda
Conseguindo impedir os moços
Impedi-los de saírem ilesos
Surrados e tristes, esses anjos.

Demônios pregando dez desejos
Todos os desejos contra arcanjos
Matando a terra em um só lampejo.

Gula, luxúria, inveja e outro avanço
Preguiça, orgulho e mais um lampejo
Jaz, nesse último ensejo, outro desejo.

Primero poema da carreira, comentem.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Desejo

Jovem Amor, ainda criança
A chave de tudo é a confiança...
Sem Medo, sem Temor
Talvez timidez, Com certeza Amor.

Tudo a buscar, nada a perder,
Nada a perder? Esperança...
E esse meu sonho de criança
Meu sangue volta a ferver!

Ridículo mas não é um horror
Meu poema, não passa por Flor,
Flor da carne macia, a meu ver

Não Seja minha, meu Amor
Mas que eu seja seu, amanhecer
Seja minha, apenas em seu querer.
Linda flor, que tenta me esquecer...


Não esqueçam de comentar =D