lembranças de Infância
integram meu compor...
na mais rasa superfície,
conforta minha Pele.
Sonhos afagam meu Leito,
Relembrados, atravessam meus dias...
o Olhar agradece com o brilhar
ah, Empolgaçao!
lábios carnudos,
olhos brilhantes,
Calmaria sem tempestade,
júbilo infinito!
Meu escudo se fortifica,
meu espirito se eleva,
O futuro nos aguarda...
Desculpem o atraso tava sem inspiraçao... mas é pra isso que os amigos servem, inspirado em poema de uma grande amiga.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Cicratiz Escarlate
da verde pureza no olhar
à marcante Presença Escarlate
que vislumbre afloraria?
e a sensaçao? Imagine!
Calor, Sangue, Frio
incontrolável Presença Escarlate
invisível, veja!
O vermelho cintilante...
borra a alma do ser e do estar.
ó imponente, Presença Escarlate
domina o branco, puro branco...
O céu de flores se forma,
sensual! vermelho escarlate.
venha! Conquiste-os! Olhos Verdejantes
poema de segunda feira, atrasado por causa do feriadaaum =D poetas tambem descansam.
à marcante Presença Escarlate
que vislumbre afloraria?
e a sensaçao? Imagine!
Calor, Sangue, Frio
incontrolável Presença Escarlate
invisível, veja!
O vermelho cintilante...
borra a alma do ser e do estar.
ó imponente, Presença Escarlate
domina o branco, puro branco...
O céu de flores se forma,
sensual! vermelho escarlate.
venha! Conquiste-os! Olhos Verdejantes
poema de segunda feira, atrasado por causa do feriadaaum =D poetas tambem descansam.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Donzela
Puro metal correndo nas veias.
Sonhos em preto e branco, Música!
com cores invisíveis
visíveis? Irmãos de sangue.
nada de Bravo novo mundo,
infinitas, complexas, teias
amor? Desperdiçado. Música!
ao canto dos mortos, Dance!
somos crianças Malditas
crianças da Lua, crianças da Ira!
procurando refúgio no escuro.
liberdade! o signo da Cruz!
dancemos à luz do sol
correndo Livre, pulsando Metal
Poema especial do mês, curtam, mas curtam como se deve curtir Metal!
Sonhos em preto e branco, Música!
com cores invisíveis
visíveis? Irmãos de sangue.
nada de Bravo novo mundo,
infinitas, complexas, teias
amor? Desperdiçado. Música!
ao canto dos mortos, Dance!
somos crianças Malditas
crianças da Lua, crianças da Ira!
procurando refúgio no escuro.
liberdade! o signo da Cruz!
dancemos à luz do sol
correndo Livre, pulsando Metal
Poema especial do mês, curtam, mas curtam como se deve curtir Metal!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Infinito Fim
Que faço eu, nesse nada infinito?
Nessa velhice acabada?
Estarei eu do tempo esquecido?
Seria a morte, esta patada em meus lençóis?
Apenas lamento...
Como se o tempo...
Para mim fosse lento...
Mas, esta patada que me dói...
Não sinto o infinito,
Em minha amada,
Mas, sinto uma patada que me mói,
Será esse vosso lamento?
Camaradas do meu fim...
Insistente patada, chegaste a seu fim.
Ultimo poema do mes, to pensando em adcionar um poema extra ainda essa semana alguem a favor?
de todo modo, curtam e comentem.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Arco-Íris
Alucinar, que nostalgia Ofegante.
perdido no tempo, Esquecido da mente...
nem a tartaruga Lembra!
sua astúcia admira o descrente,
astúcia Esquecida da mente,
na íris realçada!
mas na tartaruga colorida...
insisto, mas na tartaruga indefinida...
é droga ou terror? acuda!
qual escolher? vício ou medo?
tartaruga de várias risadas...
é riso e soluço
que vira arroto.
sete cores, uma pra cada...
arrotante, risante, soluçante,
ofegante, alucinante, lembrante
e, por que não, tartaruga? esquecida...
perdido no tempo, Esquecido da mente...
nem a tartaruga Lembra!
sua astúcia admira o descrente,
astúcia Esquecida da mente,
na íris realçada!
mas na tartaruga colorida...
insisto, mas na tartaruga indefinida...
é droga ou terror? acuda!
qual escolher? vício ou medo?
tartaruga de várias risadas...
é riso e soluço
que vira arroto.
sete cores, uma pra cada...
arrotante, risante, soluçante,
ofegante, alucinante, lembrante
e, por que não, tartaruga? esquecida...
uma estrofe a mais alem do normal, espero que gostem e comentem.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Os anjos devem servir
Temos anjos nessa terra morta
Tentando se salvar desse poço
Desse poço que é a terra bem torta
Terra tão morta que não tem nem osso.
Túmulo de demônios sem horda
Conseguindo impedir os moços
Impedi-los de saírem ilesos
Surrados e tristes, esses anjos.
Demônios pregando dez desejos
Todos os desejos contra arcanjos
Matando a terra em um só lampejo.
Gula, luxúria, inveja e outro avanço
Preguiça, orgulho e mais um lampejo
Jaz, nesse último ensejo, outro desejo.
Primero poema da carreira, comentem.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Desejo
Jovem Amor, ainda criança
A chave de tudo é a confiança...
Sem Medo, sem Temor
Talvez timidez, Com certeza Amor.
Tudo a buscar, nada a perder,
Nada a perder? Esperança...
E esse meu sonho de criança
Meu sangue volta a ferver!
Ridículo mas não é um horror
Meu poema, não passa por Flor,
Flor da carne macia, a meu ver
Não Seja minha, meu Amor
Mas que eu seja seu, amanhecer
Seja minha, apenas em seu querer.
Linda flor, que tenta me esquecer...
A chave de tudo é a confiança...
Sem Medo, sem Temor
Talvez timidez, Com certeza Amor.
Tudo a buscar, nada a perder,
Nada a perder? Esperança...
E esse meu sonho de criança
Meu sangue volta a ferver!
Ridículo mas não é um horror
Meu poema, não passa por Flor,
Flor da carne macia, a meu ver
Não Seja minha, meu Amor
Mas que eu seja seu, amanhecer
Seja minha, apenas em seu querer.
Linda flor, que tenta me esquecer...
Não esqueçam de comentar =D
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Epifania
caído no Esquecimento, amizade?
na escuridão, sonhos se elevam...
sonhos de um futuro próspero.
amizade? o medo é crescente!
ó, curta distância Infinita
afaste somente a saudade.
nessa meia noite desolada
novos Sonhos se formam!
música! sonhos! amizade!
o medo? o medo decrescente
a distância, um mero obstáculo
sonhos revigorantes,
músicas delirantes,
amigos? insubstituíveis!
na escuridão, sonhos se elevam...
sonhos de um futuro próspero.
amizade? o medo é crescente!
ó, curta distância Infinita
afaste somente a saudade.
nessa meia noite desolada
novos Sonhos se formam!
música! sonhos! amizade!
o medo? o medo decrescente
a distância, um mero obstáculo
sonhos revigorantes,
músicas delirantes,
amigos? insubstituíveis!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Sangue
Da luz às sombras ele escorre
Seja por ódio ou por amor
Dentro do túmulo ele morre
Quando do estômago ele nasce, enorme é a dor
De vida ele é feito
O ódio é inevitável
Explode dentro do peito
Explode inesgotável
De gota em gota psicose
Na seringa até a última dose
Sangue, vermelho, como flor
Espinho, inesgotável dor
Medo, chega de psicose!
Do início ao fim overdose...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Verde
Verde de cor, verde no olhar,
Como a sorte, verde,
Não como o azar...
Verde na razão, verde na paixão.
Sapo, clorofila, crocodila
Seria verde uma emoção?
Ou algo a aspirar?
E o que seria verde então!
Vultos verdes a vadiar
Verde na esperança, verde no amar
Verboso, verdadeiro, vegetal
Verde no querer, verde sem querer
Talvez verde seja algo animal,
Ou seria verde algo canibal?
Algo passional, algo irracional
Sei apenas que verde é algo visual.
Eduardo de Freitas Siqueira
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