segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Infinito Fim


Que faço eu, nesse nada infinito?
Nessa velhice acabada?
Estarei eu do tempo esquecido?
Seria a morte, esta patada em meus lençóis?

Apenas lamento...
Como se o tempo...
Para mim fosse lento...
Mas, esta patada que me dói...

Não sinto o infinito,
Em minha amada,
Mas, sinto uma patada que me mói,

Será esse vosso lamento?
Camaradas do meu fim...
Insistente patada, chegaste a seu fim.

Ultimo poema do mes, to pensando em adcionar um poema extra ainda essa semana alguem a favor?

de todo modo, curtam e comentem.

3 comentários:

  1. Ao infinito e além! O tempo não é lento, então chega de lamento!
    Ah, me deixou triste esse...faz outro, outro, outro, outro! =*

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  2. "Porque o tempo é uma invenção da morte:
    não o conhece a vida - a verdadeira -
    em que basta um momento de poesia
    para nos dar a eternidade inteira."
    Mario Quintana
    duzão... esse ficou muito bom!
    once more, once more!!! bju

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