Que faço eu, nesse nada infinito?
Nessa velhice acabada?
Estarei eu do tempo esquecido?
Seria a morte, esta patada em meus lençóis?
Apenas lamento...
Como se o tempo...
Para mim fosse lento...
Mas, esta patada que me dói...
Não sinto o infinito,
Em minha amada,
Mas, sinto uma patada que me mói,
Será esse vosso lamento?
Camaradas do meu fim...
Insistente patada, chegaste a seu fim.
Ultimo poema do mes, to pensando em adcionar um poema extra ainda essa semana alguem a favor?
de todo modo, curtam e comentem.
Ao infinito e além! O tempo não é lento, então chega de lamento!
ResponderExcluirAh, me deixou triste esse...faz outro, outro, outro, outro! =*
"Porque o tempo é uma invenção da morte:
ResponderExcluirnão o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira."
Mario Quintana
duzão... esse ficou muito bom!
once more, once more!!! bju
eu moro em uberlandia uai
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